Eu sou antepasto então eu abro o apetite e sou o prato principal venha e se farte eu sou a sobremesa pra você minha doçura eu sou teu licor me beba toda café ou siesta? A mesa está posta.
Luis Alves de Lima e Silva, patrono do exército brasileiro, declarou a república e foi um dos maiores genocidas de nossa história, praticamente dizimando a população do Paraguai numa guerra. Prefiro os meus heróis que morreram de overdose. Feliz Dia da Proclamação da Républica.
Eu, os banners e o PowerPoint. No fim, graças ao deus grego da informática (deus no sentido de di-vi-no e grego no sentido de uau!!!) consegui montar uma apresentação razoável. Razoável no sentido de que se eu tivesse estudado mais sobre o assunto, jamais dispensando meu personal tutorial é claro, que eu ainda não fiquei louca, eu teria feito uma apresentação melhor. A trilha sonora vai deixar o público-alvo com um desconforto desejável. Amanhã eu conto como foi tudo.
Mar sob o céu Cidade na luz Mundo meu canção que eu compus Mudou tudo agora é você A minha voz que era da amplidão Do universo, da multidão Hoje canta só por você Sou tua mulher, meu amor Meu lugar Antes de você chegar Era tudo saudade Meu canto mudo no ar Faz do seu nome hoje um céu Da cidade Lua no mar Estrelas no chão Aos seus pés, entre as suas mãos Tudo quer alcançar você Levanta o sol do meu coração Já não vivo nem morro em vão Sou mais eu porque sou você Sou tua mulher Meu amor Meu lugar Antes de você chegar Era tudo saudade Meu canto mudo no ar Faz do seu nome hoje um céu Da cidade Lua no mar Estrelas no chão Aos seus pés entre as suas mãos Tudo quer alcançar você Levanta o sol do meu coração Já não vivo nem morro em vão Sou mais eu porque sou você
Escuta: minha conduta é rígida. Tão rígida quanto o membro que você sente colado à anca. O que eu falo te põe em febre eu uso dizer em sonatas eu ouso escrever com meu falo. Eu faço tipo de sério, mas você conhece o mistério: eu sussurro em dourado o que quero e o que quero não tem disfarces.
Faminta contemplo teu corpo exato o músculo inexplorado o caminho errático que a minha mão percorre mesmo quando você diz não quero porque eu quero, baby, ah como eu quero!
Depois do ato Ensaio um recato que não tenho me entrego a um cansaço que não sinto e uma quietude que nunca foi minha tudo para combinar com teu silêncio E rubra do desejo satisfeito aguardo a próxima edição do nosso ardor.
Sexta-feira é dia de aula de Gestão em Técnica de Vendas. Sexta-feira é dia de comer peixe. Sexta-feira é dia de guardar o sábado. Sexta-feira é dia de desacelerar pra quem é de bureau. Sexta-feira é dia de acelerar pra quem é das artes. Sexta-feira é dia de happy hour com os amigos. Sexta-feira é dia de cerveja. Sexta-feira é depois da quinta. Sexta-feira é dia de enfrentar o monstro. O monstro das sextas-feiras da minha solidão. Se alguém perguntasse eu juro que responderia: eu não senti nenhuma saudades do monstro.
Espaço anárquico para postagens agudas e ácidas. Poesia, crônicas e alguma sacanagem.
Quem sou eu
Nome: Senhora Loirinha Má
Local: Sampa, ZO, Brazil
Eu sou ciumenta, apaixonada, impulsiva, complicada. Eu sou poeta (desde sempre), intransigente (mas na sede, eu cedo), malcriada (mamãe passou açúcar em mim), arrogante (mas estou fazendo curso de tolerância), inteligente (e eu até já pensei que isso fosse algum defeito), bem humorada (menos na PPM), sarcástica (adoro um humor ácido). Sou carinhosa (adoro dengo), sou romântica (eu amo beijo na boca), sou esotérica (minha religião é o mundo), tenho exoesqueleto, feito uma barata. Você vem com o Detefon, eu dou duas cafungadas e vou durar até o próximo milênio. Eu amo química. Eu vou ser plástico.
Eu sou a LOIRINHA MÁ®, eu comando o BlasFêmeas na Rádio Web Underground Lágrima Psicodélica. O meu negócio é arte. Não mexa no meu rock 'n' roll.